Diário de Leitura: 50 tons de cinza – parte 5

Diário de Leitura: 50 tons de cinza - parte 5 | sexo, relacionamentos, namoro, livro, leitura, humor, diário de leitura, comentando, Christian Grey, 50 tons de cinza

Diário de leitura: 50 tons de cinza

Dia 5

Capítulo 7

Ana conhece o quarto de jogos e descreve… Cada… Detalhe… De… Cada… Utensílio sado-medieval.

Na boa, nada de mais no quarto. O cara ter um quarto exclusivamente pra transar é o mais excêntrico nisso tudo.

Bem, fica claro que o galã quer é ter sexo selvagem consensual e assinando contratos e tal. Na minha opinião tira toda a graça da coisa, mas cada um com seu fetiche, quem sou eu pra julgar?

O fetiche em si ele já realiza (com outras mulheres), a grande jornada dele nessa parte da história é convencer a Ana a realizar o fetiche dele. E o fetiche dele é praticamente que ela queira fazer o que ele quiser.

Isso aí. Não faz sentido nenhum, mesmo.

Já nossa protagonista tá no cio declarado e já sabe que vai assinar tudo o mais rápido possível pra finalmente botar a pichirica pra sambar. Ela tá apaixonada pelo cara desde a primeira vez que o viu e nem a falta de educação, arrogância e sadismo farão ela mudar de ideia. Inclusive ela cita essas características nele como qualidades.

Ahh, ela tb disse que o quarto vermelho da tortura sádica medieval tem um ar romântico.

Eu não culpo ela, eu culpo os hormônios.

Antes de assinar o contrato e por o time em campo, Grey mostra a papelada das regras da relação pra Ana.

Primeiro trata ela como submissa e ele como dominador.

— Eu acho cafona e brochante, mas fetiche é igual cu e eu não tenho nada a ver com o dos outros. —

Itens das regras: Obediência, sono, alimentação, roupas, exercícios, higiene, segurança e fidelidade.

Tipo, você fala isso e no fim surge o Capitão Planeta vestido de couro preto e bigode.

“O prazer é de vocês”

Ele também mostra os limites dele: resumindo, nada que possa matar, ferir gravemente, sujar ou envolvê-lo num delito.

Uhhh. O modernão é medroso. Frangote.

E pra acabar mais um capítulo clichê dessa fineza de livro. Ana é virgem.

Ana… É… Virgem…

PS. pensei seriamente em parar de ler esse livro agora, mas vamos lá na fé. Que o Capitão planeta do chicote de couro me ajude.

%d blogueiros gostam disto: